17 anos de dança popular
  • Orum Aiê | FOTO: Sidney Vieira
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  • Entre batuques e acordes, reverências a Naná | FOTO: André Ferreira
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  • Entre batuques e acordes, reverências a Naná | FOTO: André Ferreira
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  • Orum Aiê | FOTO: Ana Laura
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  • Orum Aiê | FOTO: Ana Laura
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  • Entre batuques e acordes, reverências a Naná | FOTO: André Ferreira
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  • Entre batuques e acordes, reverências a Naná | FOTO: André Ferreira
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  • Entre batuques e acordes, reverências a Naná | FOTO: André Ferreira
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Criart Cia. de Dança comemora aniversário colocando em cena os espetáculos “Orum Aiê” e “Entre batuques e acordes, reverências a Naná”, nesta quarta (31), no Teatro Luiz Mendonça 

Difundir a cultura regional e a dança popular com uma leitura moderna. Assim surgiu a Criart Cia. de Dança, idealizada pela coreógrafa pernambucana Paula Azevedo, em agosto de 1999. E para comemorar os 17 anos da companhia, será colocado em cena um dos espetáculos que mais marcou sua trajetória, o Orum Aiê, que resgata nossa herança africana. A apresentação será nesta quarta-feira (31), às 20h, no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu (Boa Viagem, Recife).  

A primeira versão da montagem foi apresentada em 2007, ganhando destaque em vários festivais de dança, como Mostra Brasileira de Dança, Festival de Inverno de Garanhuns, Festival de Inverno de Campina Grande, Pernambuco em Dança, Na Onda da Dança e na abertura do curso internacional da Faces Ocultas de Dança, em São Paulo. Nas cenas, o legado que os navios negreiros trouxeram para o Brasil, como a fé, cultura e tradições africanas.

Assim, Orum Aiê procura estabelecer relação entre os dois planos da existência: o Orum, mundo mítico do passado remoto, a morada dos deuses, dos antepassados; e o Aiê, o mundo dos homens, o do tempo presente. “Para contar essa história, colocamos nas coreografias elementos da dança africana, caboclinho, ciranda, capoeira, entre outros, com uma linguagem modernada, sem rotular os passos por estilos”, esclarece a coreógrafa, completando que essa combinação de ritmos é uma das principais características da companhia.

A obra, com 45 min de duração, tem figurino assinado por Ricardo Angeiras e direção musical de Fabrício Melo. Já a abertura da noite fica por conta de montagem de Paula Azevedo criada para homenagear um dos grandes nomes da música e percussão brasileira, Naná Vasconcelos, que nos deixou no início desse ano. Com o nome Entre batuque e acordes, reverências a Naná, quem dança é o elenco do Segmento Criart, composto por alunos das turmas de dança popular infantil, juvenil e adulto da escola da Criart.

A trilha sonora é do próprio Naná e os figurinos também criados por Ricardo Angeiras. Incluindo o elenco profissional da companhia e os alunos, subirão ao palco do Teatro Luiz Mendonça 30 bailarinos. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada), à venda na Criart e na bilheteria do teatro. Ingressos promocionais custam R$ 15, comprando antecipadamente na sede da companhia, que fica na rua Coronel João Manguinhos, 290, Bairro Novo, Olinda. Mais informações: (81) 3011.0487.

 




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Maíra Passos

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