40 anos do Balé Popular do Recife é comemorado com novo espetáculo e ações para arrecadar fundos
  • Balé Popular do Recife | FOTO: Fernando Azevedo
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Apresentação do espetáculo Despertar Celebração e eventos para juntar dinheiro para a reforma da sede do grupo estão sendo realizadas no ano em que se comemora as quatro décadas da companhia 

Em 1977, o artista pernambucano André Madureira fundava a Balé Popular do Recife, tendo o objetivo de documentar, divulgar, preservar, ensinar e recriar os autos e folguedos nordestinos populares. Neste 2017, a companhia completa 40 anos e, para comemorar as quatro décadas, lançou seu novo espetáculo, Despertar Celebração, que teve sua pré-estreia em Campina Grande, na Paraíba e sua estreia no Teatro de Santa Isabel, no Recife.

O encerramento do espetáculo será realizado no dia 12 de novembro, no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções de Pernambuco, com a remontagem do espetáculo Nordeste – a Dança do Brasil. Com autoria e direção geral de Marconi StyleBrasil, direção artística e coreografa de Angélica Madureira e direção cênica de André Luiz Madureira, o espetáculo Despertar Celebração tem como principal objetivo mostrar a Metodologia Brasílica, desenvolvida pelo Balé Popular do Recife, fazendo um passeio panorâmico pelas manifestações culturais.

No espetáculo, diversos ritmos são reunidos, como o reisado, bumba-meu-boi, maracatu, caboclinhos, afro e frevo. “Tem uma variedade imensa, como todos os espetáculos do balé, mas esse em especial está um espetáculo bem Brasílica, uma miscigenação de todas as danças. O Despertar é um espetáculo para encantar a beleza da dança, para a gente descobrir um dançar melhor, um viver melhor. É também uma homenagem ao Balé Popular do Recife pelos seus 40 anos”, explica a diretora artística do balé, Angélica Madureira.

Além do espetáculo, o Balé Popular do Recife está realizando ações para a reforma do Sobrado onde fica sua sede, localizada na Rua do Sossego, na Boa Vista. Eventos beneficentes, como o Tirando o Sossego foram realizados para arrecadar fundos. Venda de rifas e campanhas pela internet para a realização de um projeto cultural são outras ações em andamento. Quem se interessar em ajudar o Balé Popular do Recife pode entrar em contato através do telefone (81) 3266.8392.

HISTÓRIA DO BALÉ POPULAR DO RECIFE

O Balé Popular do Recife tem como proposta e objetivo levar a cultura pernambucana aos mais distantes locais do planeta, tanto no Brasil, de norte a sul, como no exterior. Durante quatro décadas, chegou e fez muito sucesso em Israel, Portugal, Espanha, França, Holanda, Costa do Marfim, Cuba, Canadá, Estados Unidos, Peru, Argentina, China e Venezuela. Teve participações nos principais festivais de dança em todo o Brasil, como no Festival de Dança de Joinville, Festival de Dança do Recife e Janeiro de Grandes Espetáculos. Entre suas apresentações em destaque, participou da reabertura do Teatro de Santa Isabel e se apresentou para presidentes da China e Brasil, além da Liga Árabe, em Brasília.

André Madureira, eleito patrimônio vivo de Pernambuco, é o fundador e diretor do Balé Popular do Recife. Ele criou um método de dança denominado “brasílica” e um banco de passos, que permite a ampliação da divulgação dos folguedos nordestinos. Angélica Madureira, filha do fundador e hoje diretora artística do Balé ressalta a importância da instituição para a dança em Pernambuco. “O Balé Popular do Recife é pioneiro em apresentações artísticas no país, dando iniciativa a um grande movimento cultural. Antes do Balé, não existia um grupo que levava ao palco um misto cultural.

Os grupos era únicos, por exemplo, caboclinhos eram só caboclinhos, maracatu era só maracatu. Assim o acesso à cultura se tornava muito caro. O Balé pesquisou, catalogou e deu nomenclatura aos movimentos populares”. Para continuar a escrever sua história na dança em Pernambuco, no Brasil e no mundo, o Balé aposta em projetos como o “Turnês” e “Despertando Artes”. Esse último tem objetivo de viabilizar a apresentação do espetáculo Despertar Celebração em várias cidades do Brasil, além da realização de oficinas de dança e debates sobre a dança popular. Para ajudar, é só participar da campanha, através do incentivo coletivo (crowdfunding), no Kicante.




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Fabiana Almeida

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