Ballet da Cidade do Recife completa 10 anos
  • Solistas Luanna Gondin e Dayvison Albuquerque | FOTO: Fernando Azevedo
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  • Ballet da Cidade do Recife, em Sonho de Quixote | FOTO: Matheus Uchôa
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  • Apresentação do Ballet com a Orquestra Sinfônica do Recife | FOTO: Fernando Azevedo
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  • Ballet da Cidade do Recife, em Sonho de Quixote | FOTO: Matheus Uchôa
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  • Apresentação do Ballet com a Orquestra Sinfônica do Recife | FOTO: Fernando Azevedo
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  • Solistas Luanna Gondin e Dayvison Albuquerque | FOTO: Fernando Azevedo
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Idealizado pela coreógrafa Fátima Freitas, Ballet marcou época no Recife com grandes apresentações pela cidade

Abril de 2008. Há 10 anos atrás começava a história do Ballet da Cidade do Recife, idealizado pela coreógrafa Fátima Freitas. Após reuniões e encontros iniciais, uma audição foi realizada em abril com a participação de 65 bailarinos, onde 32 foram selecionados. A partir daí começaram os ensaios que eram realizados na Academia Fátima Freitas, em Boa Viagem.

“O meu objetivo inicial era juntar vários bailarinos, de várias escolas e formar um ballet da cidade, por isso o nome Ballet da Cidade do Recife”, conta Fátima Freitas. A estreia foi no dia 8 de novembro de 2008, com o segundo ato de La Bayadère, um dos mais conhecidos ballets de repertório, que mostra o romance entre Solor, um jovem guerreiro, e Nikiya, uma bailadeira do seu templo. Ambos juram fidelidade eterna, mas a traição e o remorso circundam esse amor.

A estreia foi no Teatro Guararapes. Pela manhã e tarde, o espetáculo de dança foi apresentado para alunos de escolas públicas, e a noite para o grande público. “Além dos nossos 32 bailarinos, para esta estreia nós trouxemos dois solistas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Claudia Mota e o Filipe Moreira, além de 15 bailarinos da Cia Brasileira de Ballet”, relembra Fátima.

Logo em seguida, em 2009, o Ballet da Cidade do Recife se apresentou no Teatro de Santa Isabel, dentro da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos, com o La Bayadère, espetáculo dirigido por Fátima Freitas e com Eduardo Freire, Isabel Ferreira, Luís Rúben Gonzalez e Thereza Rachell Freitas como professores ensaiadores. A terceira temporada do La Bayadère aconteceu em maio de 2009, com uma Gala no Teatro do Parque.

outras montagens

Durante o ano, depois de maio, o balé começou a trabalhar outras variações e montaram O Quebra Nozes, que conta a história de Clara e seu irmão Fritz, que na noite mágica de Natal deparam-se com mil aventuras quando, num universo onírico, decidem salvar o sobrinho de Drosselmeir, mágico e fabricante de brinquedos, já que o tal jovem foi transformado em um boneco Quebra Nozes no Reino Encantado da Fada Açucarada. As apresentações foram em colégios e no Janeiro de Grandes Espetáculos de 2010.

Também neste ano, o Ballet da Cidade do Recife fez um espetáculo chamado Fragmentos. “Foi uma homenagem a Mônica Japiassú, uma das maiores coreógrafas de Pernambuco e do Brasil. Quis prestar essa homenagem pois devo muito o meu trabalho e meu desenvolvimento na dança a Mônica”, declara Fátima.

apresentação com a orquestra sinfônica do recife

Em 2011 foi o ponto alto do Ballet, que apresentou o Quebra Nozes com a Orquestra Sinfônica do Recife. Foi a primeira vez que o Recife teve um ballet da cidade completo, com os bailarinos da cidade e com uma orquestra ao vivo. A apresentação foi aberta no Parque Dona Lindu. Eram cerca de 6 mil pessoas nos assistindo.

“Fizemos dois anos, 2001 e 2012. Foram momentos emocionantes”, relembra Fátima. O Quebra Nozes virou repertório e é apresentado até hoje. Várias outras apresentações foram realizadas nos anos seguintes, em diferentes locais, como no Teatro Guararapes, em 2014; o Natal da Globo Nordeste, no Derby, em 2015; na Toyolex Vila 7 em 2016 e no Shopping Tacaruna, em 2017.

como anda o ballet da cidade do recife balé atualmente?

A partir de 2013, o Ballet da Cidade do Recife deixou de ser permanente e é reunido e realizado por evento, por espetáculo, com uma média de duas apresentações por ano e um número reduzido de bailarinos. “Tivemos grandes momentos do balé, como a apresentação ao vivo com a Orquestra do Recife, a Noite de Gala com Ana Botafogo, e  o Dom Quixote, em 2012, no Teatro Guararapes”, conta Fátima.

“Não desisto do projeto. O artista no Brasil se não tiver amor, paixão, se não for teimoso, não faz nada. Tenho uma vida dedicada a dança e a criação do Ballet da Cidade do Recife foi um sonho realizado”, finaliza. Mais informações sobre o Ballet da Cidade do Recife: (81) 3467.1140.




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Fabiana Almeida

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