Captura de sensações
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A fotógrafa Laryssa Moura, que traz sua experiência em cena para transmitir a emoção da dança em imagens, inspira mais um post da série Movimento em Pausa

Maíra Passos

Podemos dizer que transmitir emoções através de imagens é metalinguagem da arte. Os que conseguem olhar qualquer ângulo com encantamento, reproduzem clicks de admiração, como mostramos em Movimento em Pausa. E para o novo post da série, é a fotógrafa Laryssa Moura quem conta como captura as sensações, piruetas e cambrets. “Levo sempre a dança comigo, desde um passo a uma simples ventania, que por sinal, dança com todas as outras coisas do mundo”, explicando que une sua experiência em cena com seu trabalho de fotografia.

Com apenas 20 anos, Laryssa já fotografou festivais e vários espetáculos de artes cênicas espalhados pelo estado, com a ideia de unir suas paixões pela dança, teatro e fotografia na sua carreira. “Já passei pelo lado das artes cênicas como protagonista, desde os 12 anos estou envolvida com o lado cênico. Possuo uma formação banhada e embebida de arte. Meu amor pelos passos perdura até os dias de hoje, é que as emoções se afloram no palco. Já fiz clássico, contemporâneo e jazz, além de me atrever no frevo, coco e dança de salão”, recorda.

Assim, ela leva esse deslumbramento aflorado também para os bastidores, quando a missão é registrar o momento do artista. “A dança fala por si só. E fotografá-la não é só paralisar um movimento, é capturar a sensação que ele está querendo passar”. Seja qual for o estilo, Laryssa conta que não hesita em fotografar nenhuma vertente, pois acredita que cada uma tem seu brilho próprio, apesar de confessar seu gosto pessoal pelo contemporâneo.

Além de profissão, como para muitas pessoas, fotografia também é um hobby para ela, que tem as artes como sua paisagem preferida. “Mas procuro colocar meu olhar em tudo que vejo”. E falando em diversão, para a garotada que curte e adora compartilhar passos e saltos, Laryssa dá suas dicas: “fotografe sempre, seja no celular ou apenas com o olho. Às vezes, as melhores fotos não se precisam de uma câmera. Respire arte, absorva conhecimento e acumule bagagem cultural!”.

E ela completa citando a frase de do fotógrafo, chamado José Medeiros: “fotografia é aquilo que vemos. Porém, aquilo que vemos depende de quem somos”. “Por fim, olhe, pois olhar faz você sentir. Já dizia Henri Cartier Bresson que ‘o importante é olhar, mas as pessoas não olham. A maioria só observa, só aperta o botão’”, finaliza Laryssa com mensagem para os seguidores de Na Ponta do PÉ.

 

– Leia também:

Dinamismo e precisão nos clicks da dança

O primeiro post da seriee Movimento em Pausa

 

 




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Maíra Passos

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4 Comentários

Suzi Rolim

2013-07-25 10:57:35 Responder

Linda a matéria!!!

Kaline Ingrid

2013-07-25 11:07:10 Responder

Qe lindo saber qe existem pessoas assim, sensitivas pros dois lados!
Amei a ma´teria , muito bonito conhecer a fotografa, qe eu ainda nao conhecia.

=D

Paulo Veras

2013-07-25 11:08:59 Responder

Bom, eu nao conheco a Laryssa muito bem, mas sei quem ela é. Agora eu sei ainda mais.
Linda, parabéns e sucesso grande!!!

CARLOS EDUARDO

2013-07-25 17:18:02 Responder

SUCESSO LARYSSA!!!!

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