Da dança árabe à contemporânea em cena
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As apresentações fazem parte do 17º Festival Internacional de Dança do Recife, que se despede neste sábado (27/10)

Nos palcos de uma cidade multicultural, há espaço para todos os ritmos entrarem em cena. E os curtidores da diversidade de estilos que a dança abraça no mundo tem até este sábado (27) para conferir do popular ao hip hop na capital pernambucana, durante o 17º Festival Internacional de Dança do Recife. Com programação nas ruas e nos palcos dos principais teatros da cidade, a desta sexta-feira inclui apresentações gratuitas no Parque da Jaqueira, a partir da 15h, como Ambar: Três Bailarinas de Degas (PE), Longfade (Espanha) e Trupecada (PE).

O Fio das Miçangas (PE), de Otávio Bastos, também se apresentará, trabalhando na fronteira entre a arte popular brasileira e a cultura urbana contemporânea. O artista combina o pensamento poético e conceitual com a filosofia e a linguagem de movimento original. Interdisciplinar e intercultural, a obra percorre várias possibilidades artísticas a partir da dança: performances, vídeos, instalações, “site specific work”, teatro e dança de palco.

À noite, Encontro Oposto – Três movimentos em um ato, de Ivaldo Mendonça em Cia (PE), entre em cena mais umas vez no festival, no Teatro Barreto Júnior, às 20h. Movido pela dança contemporânea, o espetáculo tem como eixo central questões de gênero e sexualidade, divididas em três partes integradas e independentes, propondo uma reflexão sobre o processo de descoberta, camuflagem e aceitação da sexualidade do individuo em que o guia de pesquisa da criação é a relação entre o sexo oposto e suas diversas representações que ele pode assumir na sociedade.

Ruínas (SC), Je ne me raconnais plus (França), Smurfeddin  (França), Jovato’s Dreams  Larumbe Danza (Espanha) e De Peixes e Pássaros (MG) também são outras opções para hoje. Já amanhã (27), destaque para o Festival Florescer – Mostra de Dança Árabe, que chega a sua quarta edição, no Teatro Apolo, a partir das 17h. Idealizado pela professora Simone Mahayla, o projeto conta com dois espetáculos que abordarão o tema “borboletas”. O objetivo é fazer o público refletir sobre as constantes transformações que ocorrem na vida.

O Florescer abordará ainda questão da sustentabilidade, por meio da reciclagem, e também da inclusão social, com a participação da Cia de Dança Cadências, cujo quadro de bailarinas é composto por cadeirantes. A iniciativa pretende disseminar a cultura árabe por meio da dança e despertar no público a consciência cidadã. Além dos espetáculos com 160 bailarinas do Recife e de outras cidades do Nordeste, oferecerá workshops de dança árabe. O 17º FIDR se despede no seu último dia também com apresentações de grupos da Tailândia, Espanha e França.

Confira a programação completa pelo site do festival e divirta-se com os bailarinos do mundo Na Ponta do PÉ!




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Maíra Passos

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