Dança integra a programação da Semana Arte Mulher
  • Casa das Abelhas | Divulgação
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  • Conceição | Divulgação
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  • Dor de Pierrot | FOTO: Ju Brainer
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A segunda edição do evento multicultural acontece entre 05 e 11 de março, no Recife

Com a proposta de reverenciar as produções artísticas de mulheres, a Semana Arte Mulher (SAM) realiza sua segunda edição entre 05 e 11 de março, no Recife. A programação é multicultural, incluindo espetáculos, oficina e exposição de dança, além de teatro, música, circo, artesanato, literatura, artes plásticas e audiovisual. Será uma semana inteira dedicada a utilizar essas manifestações como meio de convívio, diversão e denúncia.

Esta segunda edição vem ampliada, contanto com mais de 70 atrações e sete dias de duração. Outra novidade é a descentralização, saindo de um único local e passando a ocupar cinco polos do Recife, como Cinema São Luiz, Centro Apolo-Hermilo, Morro da Conceição, Parque da Jaqueira e Compaz Alto Santa Terezinha. A maioria das atrações são gratuitas.

Já em quatro atrações no Centro Apolo-Hermilo (no Teatro Hermilo Borba Filho), como no espetáculo de dança Casa das Abelhas, das Tápias Cia. de Dança (RJ), os ingressos custarão R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). A montagem de dança contemporânea será apresentada no dia 10 de março (sábado), às 20h30. Com uma cenografia de barbantes por todo o espaço, a coreógrafa cria uma atmosfera peculiar para explorar o tempo de espera, que é irreversível.

Outra espetáculo de dança apresentado na SAM será o Conceição, do Grupo Experimental (PE), com direção geral da coreógrafa Mônica Lira. A obra, que completa 10 anos e retrata a fé, será encenada no Morro da Conceição, às 20h do dia 09 de março (sexta). Também na programação, a Pele – Poesias Dançadas, das bailarinas Anne Costa, Luzii Santos e Dandara Marques e da poetisa Luna Vitrolira, marcada para o dia 08, às 21h30, no Teatro Hemílio Borba Filho. A performance é um encontro de artistas negras, tendo a arte como lugar necessário de trocas de experiências, vivências e fortalecimento da mulher.

Haverá ainda a oficina Vivencia em Dança, ministrada por Flávia Tápias, no dia 10, das 9h às 12h, no Teatro Hemilio Borba Filho. Serão 20 vagas, podendo se inscrever interessados a partir dos 12 anos. Já no domingo, às 18h, no mesmo local, será a vez das Exposições em Movimento – Diálogos de Corpos Femininos. A exposição faz um roteiro onde as artistas e seus diálogos sobre realidade social, afeto, política e o fazer artístico provocam sobre o lugar onde o feminino se constitui e ganha notoriedade.

Abaixo, confira as ações com dança. A programação completa da SAM, apresentado pela Quem Disse, Berenice?, tem patrocínio da Fundarpe, apoio da Prefeitura do Recife, Cepe, Secretaria da Mulher de Pernambuco, apoio da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe) e realização da P Castro Produções, está disponível no site do evento.

PROGRAMAÇÃO DE DANÇA

Quinta-feira, 08/03

Da Pele – Poesias Dançadas, às 21h30, no Teatro Hermilo Borba Filho
Elenco: Luna Vitrolira (poesia) e Anne Costa, Luzii Santos e Dandara Marques (bailarinas)
Censura: 16 anos
Sobre: encontro de artistas

Sexta-feira, 09/03

Conceição, do Grupo Experimental (PE), às 20h, no Morro da Conceição
Sobre: Santuário Nossa Senhora da Conceição – Pátio da Santa Conceição… Nome de mulher, nome de santa, nome de morro. Nome de criação: concepção e nasce a vida, nasce o som, nasce a dança. Deste nome-mote surgiu o espetáculo, fruto da pesquisa realizada durante a Festa do Morro. Após sua estreia, realizou circulações nacionais e internacionais, com o reconhecimento da plateia por onde passou. Em 2018, quando a obra completa dez anos, o Grupo Experimental irá comemorar homenageando o Morro, realizando pela primeira vez o espetáculo dentro do Santuário de Nossa Senhora da Conceição, com um elenco especial composto apenas por mulheres e a presença de convidadas.
Concepção e Direção: Mônica Lira
Elenco: Gardênia Coleto, Jennyfer Caldas, Rafaella Trindade, Anne Costa, Marcela Aragão, Lilli Rocha e Maria Agrelli.
Dramaturgia: Renata Pimentel
Produção: Danilo Carias
Cenotécnico: Eduardo Autran
Figurino e cenário: Marcondes Lima
Projeto de iluminação: Beto Trindade
Trilha Sonora: Tomaz Alves Souza
Designer gráfico: Carlos Moura

Sábado, 10/03

Vivência em Dança (Oficina), das 9h às 12h, no Teatro Hermilo Borba Filho 
Prática Compartilhada Casa de Abelha, por Flávia Tápias (RJ)
20 vagas, a partir de 12 anos

Casa de Abelhas, do Tápias Cia. de Dança (RJ), às 20h30, no Teatro Hermilo Borba Filho
Sobre: com uma cenografia de barbantes por todo o espaço, a coreógrafa cria uma atmosfera peculiar para explorar o tempo de espera, que é irreversível. O espaço corporal interno se transforma em múltiplos espaços, pensamentos, dimensões, sempre como se o tempo fosse um fio condutor incansável que fizesse a personagem reagir. Movimentos de vida.
Concepção, Coreografia e Interpretação: Flávia Tápias.
Colaboração Artística e coreográfica: Giselle Tápias.
Cantora: Chiara Santoro.
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros.
Cenografia: Pollo Design | Milão.
Cenotécnico: Rafael Silva.
Produção: CDPDRJ.
Coprodução: Festival Interplay 2012, Torino, Itália.
Apoio: Bocciofila Piemonte, Torino, Itália, Sesc Rio e Festival Dança em Trânsito.

Domingo, 11/03

Exposições em Movimento – Diálogos de Corpos Femininos
Às 18h, no Teatro Hermilo Borba Filho
Sobre: um roteiro onde as artistas e seus diálogos sobre realidade social, afeto, política e o fazer artístico provocam sobre o lugar onde o feminino se constitui e ganha notoriedade.

Al-5, com o Coletivo Rua das Vadias
Entre as práticas de tortura, a água suspensa que pinga insistentemente em um mesmo ponto da cabeça. Infiltração no cérebro/corpo causadora de paralisia. Repressão, medo, controle, explosão, lágrimas, luto. Até quando suportamos a imobilidade? Respiramos mulheres que ousaram romper paradigmas e transformar realidades. Bomba. Ficha Técnica: Realização: Coletivo Rua das Vadias (Gardênia Coleto, Gabrielle Conde, Marcela Aragão, Marcela Felipe, Maria Agrelli, Natalie Revorêdo, Rebeca Gondim).

Eu Sou o Quê?, com Perlla Ranielly
Baseando-se no alto número de mulheres trans e travestis assassinadas e/ou violentadas no País, Perlla Ranielly tenta friccionar o discurso hegemônico sobre os corpos dessas pessoas, marcados pelo machismo e patriarcado, com o seu real desejo de representação. Ficha Técnica: Direção e Performance: Perlla Ranielly. Trilha Sonora: Iago Peres.
PassoCello, com Maria Flor, Mayara Ferreira e Mayra Ferreira

Frevo de forma inusitada e visceral
O diálogo entre a música e a dança ultrapassa a linha de obviedade e chega a se uniformizar nas composições e improvisos dos movimentos e sons. Entre melodias e harmonias, os violoncelos formam a estrutura musical do trio e inovam na releitura da música Ninho de Vespa (de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro), trazendo o toque aveludado do cello para uma boa conversa com o passo do frevo. Ficha Técnica: Elenco: Maria Flor (passista de frevo), Mayara Ferreira e Mayra Ferreira (violoncelistas). Produção Executiva, Comunicação, Figurinos e Roteiro: Maria Flor. Registro, Edição Fotográfica e Assistente de Produção: Sarah Souza. Acessórios: Jardim Mon Dieu!.

Dor de Pierrot: 80 aos Pedaços, com Gardênia Coleto
A partir de registros do movimento artístico e político dos anos 1980 no Recife, a reperformance constrói um novo olhar sobre a obra “Dor de Pierrot”, criada em 1984 pelo bailarino Bernot Sanches. A composição se dá através de fragmentos coreográficos e discursivos de obras e textos feitos naquele período e traz uma reflexão sobre as repetições e transformações referentes ao tratamento do artista de dança. Ficha Técnica: Dançarina/Criadora: Gardênia Coleto. Orientação: Roberta Ramos. Colaboradores Artísticos: Luiz Roberto Silva, Marcela Aragão e Adelmo do Vale. Figurino: cedido pelo Acervo Recordança. Inspirado na obra “Dor de Pierrot”, de Bernot Sanches(1984).




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Maíra Passos

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