Elasticidade com gingado
  • Demetrius Gonçalves em cena | FOTO: André Ferreira
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  • Demetrius Gonçalves em cena | FOTO: Lg Cavalcanti
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  • Workshop de west coast com Demetrius Gonçalves | FOTO: Divulgação
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  • Workshop de west coast com Demetrius Gonçalves | FOTO: Divulgação
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  • Workshop de west coast com Demetrius Gonçalves | FOTO: Divulgação
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  • Workshop de west coast na Criart | FOTO: Divulgação
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  • Workshop de west coast na Criart | FOTO: Divulgação
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  • Demetrius Gonçalves em cena | FOTO: André Ferreira
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  • Workshop de west coast com Demetrius Gonçalves | FOTO: Divulgação
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  • Workshop de west coast com Demetrius Gonçalves | FOTO: Divulgação
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  • Workshop de west coast na Criart | FOTO: Divulgação
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  • Workshop de west coast na Criart | FOTO: Divulgação
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O West Coast Swing é a nova modalidade da dança de salão que vem conquistando as academias pernambucanas

| Texto: Marília Ferreira |

A mais nova sensação dentre as tradicionais modalidades da dança de salão é o West Coast Swing, o estilo começa a se difundir nas pistas e encontra grande aceitabilidade entre o tradicional público da dança. O West Coast Swing é de origem norte-americana e derivado do Lindy Hop, estilo dançado ao som de jazz que surgiu nos anos 20.

Acompanhando a tendência mundial, o West Coast Swing chegou ao Brasil e começa a se proliferar entre as academias, muito por conta da curiosidade de professores que enxergaram o potencial do estilo e que vem contribuindo na visibilidade do estilo. Um dos responsáveis pela proliferação do estilo em Pernambuco é o professor Demetrius Gonçalves, da Criart Cia de Dança. “A dança é caracterizada em linha e pela elasticidade dos movimentos, resultado da extensão-compressão existente na conexão com o parceiro. Esse tipo de dança possibilita bastante improvisação tanto para a dama como para o cavalheiro”, conta Demetrius.

Um dos aspectos responsáveis pela popularidade do West Coast Swing, sobretudo entre os jovens, é a variedade de estilos musicais que podem ser agregados, visto que a dança de salão no Brasil encontrava maiores dificuldades de aceitação entre o público jovem. “O West tem como fio condutor a animação, diversão e variedade. Pode variar entre movimentos lentos e rápidos, suaves e expressivos, como também no estilo de música. O ponto mais fascinante da dança está na facilidade em que se ajusta a vários gêneros musicais como Blues, Hip Hop, R&B, Soul, Funk, Jazz e o Pop, este último estilo a grande sensação do público jovem atualmente”, conta ele sobre as múltiplas possibilidades na prática da dança.

Essa diversidade de gêneros musicais é importante para atrair adeptos ao estilo, favorecendo a disseminação entre pessoas de todas as idades. “Por ser uma dança tradicional nos Estados Unidos da América, bailes e eventos do ritmo são tomados por pessoas mais velhas que se juntam aos jovens e se divertem ao ritmo de músicas atuais e antigas”, reitera Demetrius.

O West Coast traz alguns elementos característicos que se diferenciam de outras modalidades da dança de salão, como um maior “diálogo” entre os dançarinos e a improvisação. “No West Coast Swing existem dois termos bem peculiares, Leader e Follower equivalem a Cavalheiro e Dama no Brasil, a diferença é que no West Coast Swing existe uma abertura para a dama interferir na dança mas ela não conduz o cavalheiro, ela encontra o espaço para improviso e provoca um consenso que envolve o cavalheiro a propor de maneira conivente com a performance da dama, ou até com o estilo de dançar a música que ela tem”, afirma Demetrius.

A estudante Laura Córdula é aluna de West Coast Swing na Criart Cia de Dança e já possui uma ampla experiência na dança de salão. “Sempre fiz dança, iniciei na dança popular no grupo Origens com uns 7 anos. Aos 13 anos entrei no colégio atual, onde Demetrius Gonçalves dava aula de dança de salão, com os ritmos de Salsa, Bolero e Zouk, foi aí que dei os primeiros passos na magia que é a dança de salão, em especial o Zouk. Depois me distanciei um pouco da dança, foi quando Demetrius voltou a dar aulas aqui em Olinda na Criart e voltei a dançar com ele, nos ritmos de Zouk, West e Samba. O West logo de cara me fascinou, é uma dança contagiante”, conta Laura.

No momento, a Criart Cia de Dança junto com o professor Demetrius Gonçalves têm realizado um trabalho pioneiro na divulgação do estilo em Pernambuco, pois possui a única turma regular de West Coast Swing até agora, inclusive as maiores referências do West Coast no Brasil, Diego Borges e Jéssica Pacheco, dançarinos que estão nos maiores patamares de competição do mundo, ambos estiveram em Pernambuco no workshop Recife Zouk Swing realizado em fevereiro de 2014 na Criart Cia de Dança.

“As pessoas que vem frequentar as aulas são pessoas avançadas em dança de salão, que tem curiosidade em conhecer o West Coast Swing, ou pessoas que não dançavam nada antes, o ritmo é pouco tocado nos bailes de dança de salão e está em expansão, ainda é um embrião na dança de Recife. Quando comecei com o Zouk também era do mesmo jeito, e hoje o Zouk é o carro chefe das pistas de dança de salão do Recife, trabalhei duro com o Zouk e farei o mesmo com o West Coast Swing. O West Coast Swing tem bem mais potencial de adesão que o Zouk, pois as músicas são tocadas nas rádios, mais populares e a produção fonográfica é intensa e de ampla.  publicidade mundial”, comenta ele.

  • Veja o vídeo que Na Ponta do PÉ selecionou com a dupla citada por Demetrius, referência no estilo aqui no Brasil: 

 

 




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Maíra Passos

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