Espetáculo de dança para crianças
  • O tempo perguntou ao tempo | FOTO: Alisson Lima
    img
  •        
  • O tempo perguntou ao tempo | FOTO: Flora Pimentel
    img
  •        
  • O tempo perguntou ao tempo | FOTO: Flora Pimentel
    img
  •        
  • O tempo perguntou ao tempo | FOTO: Flora Pimentel
    img
  •        
  • O tempo perguntou ao tempo | FOTO: Flora Pimentel
    img
  •        
  • O tempo perguntou ao tempo | FOTO: Alisson Lima
    img
  •        
  • O tempo perguntou ao tempo | FOTO: Flora Pimentel
    img
  •        
  • O tempo perguntou ao tempo | FOTO: Flora Pimentel
    img
  •        

 O Tempo Perguntou ao Tempo, do Grupo Acaso (PE),  traz, neste mês, nova temporada da montagem, que dá novos ares às cantigas populares de Portugal e do Brasil

Quinta à domingo entre 09 e 19 de junho, o Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro (Recife, PE), será palco para uma montagem que leva a plateia a acessar as lembranças da infância. Das brincadeiras populares à comida de vó, doces e cantigas de roda, o espetáculo de dança para crianças O Tempo Perguntou ao Tempo, faz uma viagem pelo imaginário infantil contando pequenas histórias de bichos e de gente, com uma trilha sonora que dá novos ares às canções populares já conhecidas do público. 

Lançada em 2013, o espetáculo é resultado de uma residência artística do Grupo Acaso em Portugal e foi realizada em conjunto com artistas locais, numa troca entre os dois países. A residência trouxe à cabo as semelhanças musicais entre as duas culturas e a trilha sonora se tornou o ponto forte desse encontro. “Fizemos uma pesquisa baseada nas parlendas portuguesas (rimas infantis) e nas brincadeiras de roda. Procuramos levar nossas influências regionais, enquanto Narciso Fernandes – que montou a trilha junto com a gente – trouxe os ritmos portugueses, foi mesclando tudo. Nossa maior preocupação era fazer algo novo com essas músicas tradicionais, então trouxemos novos elementos, como as batidas eletrônicas, pra chamar mais atenção das crianças”, explica Bárbara Aguiar, diretora do grupo.

A pesquisa envolveu também a memória dos bailarinos-criadores, já que lembranças particulares da infância de cada um ganharam os corpos e formaram as coreografias. Alguns personagens surgem para costurar as cenas carregadas também de uma linguagem teatral dramática e bem-humorada, como o sapo – uma figura caricata e malandra que aparece a todo instante -, as lesmas – sempre tentando ganhar os holofotes – e uma criança que se diverte perdida nas roupas da mãe.

A iluminação cheia de cor e ludicidade, além dos recursos de audiodescrição e tradução em libras em todas as apresentações, contribui para tornar o espetáculo divertido e envolvente para todos os públicos, adultos e crianças, resgatando, inovando e reconhecendo a função cultural do universo das parlendas. As sessões acontecem às 10h, nas quintas, às 16h, nas sextas, e às 11h e 16h aos sábados e domingos. Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia), à venda na bilheteria do teatro a partir de quinta-feira.

Ficha Técnica
Direção: Bárbara Aguiar
Coreografia e Cenário: Grupo Acaso
Iluminação: Cleison Ramos
Trilha Sonora: Narciso Fernandes
Figurinos: Marília Martins e Bárbara Aguiar
Produção Geral: Paulo de Castro
Produção Executiva: Íris Macêdo
Elenco: Ayrton Tavares, Anderson Dimas, Fernando Oliveira, Hayla Cavalcanti, Hulli Cavalcanti e Janaína Gomes
Audiodescrição: COM Acessibilidade Comunicacional




Postado por


COMPARTILHE:

Sobre o autor
Maíra Passos

POSTS RELACIONADOS:

  • 50º espetáculo do Ballet Lúcia Helena D’Angelo
    50º espetáculo do Ballet Lúcia Helena D’Angelo
  • Studio de Danças apresenta o espetáculo Inspiração
    Studio de Danças apresenta o espetáculo Inspiração
  • Musical sobre Shrek ganha versão recifense
    Musical sobre Shrek ganha versão recifense

Deixe um comentário

Mensagem