Espetáculos de Brasília entram em cena no Recife, no 20º Festival do Teatro Brasileiro
  • Anti Status, Quo Cia de Dança | FOTO: Luciana Lara
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  • Coletivo Instrumento de Ver | FOTO: Sabrina Rocha
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  • Por Um Triz | FOTO: Estefânia Dália
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  • Por Um Triz | FOTO: Estefânia Dália
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  • Por Um Triz | FOTO: Estefânia Dália
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  • Pós Frango, Cia Errante | FOTO: Elenize Dezgeniski
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  • Pós Frango, Cia Errante | FOTO: Elenize Dezgeniski
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Contanto com dança na programação, o evento aporta na capital pernambucana a partir de hoje (29/01) e segue até 14 de fevereiro, contanto com dança na programação

Em sua 20ª edição, o Festival do Teatro Brasileiro (FTB) chega ao Recife trazendo o que de importante está sendo feito nas artes cênicas do Distrito Federal. Começando a partir desta terça (29/01) e seguindo até 14 de fevereiro, serão apresentadas 12 montagens, entre espetáculos de dança, circo e teatro (infantil e adulto). Haverá também festas, uma residência artística e oficinas, com inscrições gratuitas.

O festival é itinerante e promove um reencontro com a arte made in Pernambuco: em 2004, a cena pernambucana foi para Brasília; em 2008, Recife recebeu espetáculos baianos; e em 2009, uma caravana de PE seguiu para Bahia e Sergipe. Levando arte para o Brasil todo desde 1999, o evento tem como característica intrínseca o caminhar, o andar, o viajar.

E assim segue levando o panorama artístico de um estado ao outro, promovendo aproximação entre os diferentes povos do nosso país e deixando um legado positivo entre os artistas de diferentes realidades. O idealizador do festival, Sergio Bacelar, considera o palco como resistência e comenta sobre os últimos acontecimentos do cenário cultural da capital pernambucana.

“Lastimo, profundamente, o que está acontecendo. Repudio a censura e lamento que a direção do Janeiro de Grandes Espetáculos tenha se submetido à pressão feita pelo poder público. Mas tenho o desejo de ver uma classe artística unida e não se aniquilando. Outras soluções para além da guilhotina devem ser propostas. Não ficaremos calados diante da extinção de instituições que nos representam. Não nos calaremos diante da censura”, diz.

O Festival do Teatro Brasileiro é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, conta com apoio da VouVer Acessibilidade, parceria do Janeiro de Grandes Espetáculos e da Apacepe e é realizado pela Alecrim BR Produções Artísticas, Secretária de Cultura e Governo do Distrito Federal. O evento conta com quatro apresentações com audiodescrição e tradução em Libras. Os ingressos já estão à venda no site Ingresso Rápido e na central de vendas do Teatro de Santa Isabel. Há também sessões gratuitas. Mais informações no site do festival.

Abaixo, confira a programação de dança! 

PROGRAMAÇÃO DE DANÇA

Oficina Residência Artística
Com Hugo Rodas
Data: de 04 a 14 de fevereiro
Horário: das 14h às 17h
Descrição: Dirigida a estudantes de artes cênicas, dança e/ou circo e/ou profissionais e amadores atuantes nas áreas referidas.
Vagas: 20
Inscrição: Gratuita
Local: Espaço Fiandeiros (Rua da Matriz, 46, 1º andar – Boa Vista)
Inscrições: fiandeirosdeteatro@gmail.com

Espetáculo Por Um Triz, do Coletivo Instrumento de Ver
Data: 02 e 03 de fevereiro de 2019
Local: Teatro Barreto Jr
Horário: às 20h
Entrada: R$ 20,00 (inteira)
Classificação: Livre
Descrição: Em tom documental, autobiográfico e espetacular, o solo da acrobata Beatrice Martins, ex-ginasta da Seleção Brasileira, coloca o circo em diálogo com outras linguagens. E evoca um elemento que é frequentemente posto em evidência pelo artista circense: o risco da morte. Risco que pode ser metafórico ou real.

Frango, da Cia Errante
Data: 06 de fevereiro de 2019
Local: Teatro Hermilio Borba Filho
Horário: 18h e 20h
Entrada: R$20,00
Classificação: 18 anos
Primeira sessão com tradução em libras
Descrição: Frango é uma dança que mexe com questões heteronormativas. É o pinto em crescimento. É a fragilidade reprimida no corpo. É o ser criado para o consumo. É carne de borracha. É o fracassado. É a invenção de um bicho. Cia Errante é uma plataforma representada pelo artista piauiense Zé Reis para possibilitar criações que coloquem o corpo no centro do trabalho. A natureza da companhia é móvel e convida artistas e colaboradores de acordo com as demandas do projeto. Zé Reis performa e dirige obras de teatro e de dança.

De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica, da Anti Status Quo Companhia de Dança
Data: 06 de fevereiro de 2019
Local: Museu do Estado de Pernambuco –
Horário: às 20h
Entrada: R$ 20,00 (inteira)
Classificação: 18 anos
Descrição: Um convite para refletir sobre a condição humana da perspectiva do corpo. Na fronteira entre dança contemporânea, performance art, artes visuais e experimento social, o público participa ativamente de uma experiência que levanta questões sobre como viver em sociedade em grandes centros urbanos e como o sistema econômico atual molda o comportamento.

Camaleões, da Anti Status Quo Companhia de Dança
Data: 08 de fevereiro de 2019
Local: Rua da Imperatriz –
Horário: às 15h
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
Descrição: Intervenção urbana feita de desaparecimentos. Corpos cobertos por imagens e palavras tiradas de jargões publicitários perdem seus contornos na poluição visual do ambiente urbano e se fundem a vitrines, entradas de lojas, paredes, outdoors. Formando uma segunda pele, os materiais de publicidade colados em diferentes partes dos corpos denunciam valores, ideais de vida, noções de corpo produzidos, manipulados e distorcidos com o intuito de vender que são incorporados acriticamente.

O Vazio é Cheio de Coisa
Data: 08 de fevereiro de 2019
Local: Teatro Luiz Mendonça
Horário: às 20h
Entrada: R$ 20,00 (inteira)
Classificação: 14 anos




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Aline Antunes

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