Multiplicando Olhares | Coletivo Lugar Comum + Cia. Etc (PE)

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Com entrada gratuita, projeto que envolve arte e acessibilidade, acontece nesta quarta (25), no Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz

Nesta quarta (25), a partir das 9h da manhã, o Coletivo Lugar Comum e a Cia Etc se encontram para a concretização de mais um evento artístico do projeto cultural Multiplicando olhares sobre o corpo que dança. O encontro desta vez acontece na sede do Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz, na Rua Guilherme Pinto, 146, Derby. A Cia. Etc. vai apresentar a instalação sonora Audiodança – A Ventura do Corpo no Som que Dança, montada a partir de uma pesquisa de mesmo nome.

Os artistas-pesquisadores Caio Lima, Elis Costa, Filipe Marcena, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira investigaram durante um ano as possibilidades de exploração estética entre a dança e o som, dando continuidade a um processo de pesquisa já existente na companhia como metodologia de suas criações. Na programação também está agendada uma roda de conversa sobre a acessibilidade e o pensamento artístico: A sua arte é para todos? Quem são todos? O acesso é gratuito e o evento é aberto a outros artistas interessados no tema. Um encontro para discutir a ideia de acessibilidade nas artes e a eficiência e as falhas nas ações realizadas hoje especialmente na programação de teatro e dança do estado.

O projeto Multiplicando olhares sobre o corpo que dança, das artistas Renata Muniz, Maria Agrelli e Silvia Góes, do pernambucano Coletivo Lugar Comum, foi criado para acordar sentidos, vastos, muitos, outros e também nossos, compartilhados. A ação principal é a realização de uma oficina de iniciação em dança. O projeto engloba também a realização de eventos artísticos, com ensaios abertos de obras já apresentadas na cidade do Recife com recursos de audiodescrição, instalações e debates e discussões focadas prioritariamente no público cego, cuja voz é o norte para novas propostas que possam transformar a relação de sua presença nos espetáculos de dança com acessibilidade oferecidos em Pernambuco.

A proposta é que o encontro seja um espaço aberto para troca de saberes entre profissionais das artes cênicas que têm interesse em investir em acessibilidade, profissionais da área de acessibilidade propriamente dita e o público cego da cidade, criando um território onde dar e receber se misturem, proporcionando assim um melhor conhecimento das necessidades e desejos particulares e compartilhados no sentido de impulsionar a presença das pessoas cegas nos espetáculos e teatros locais.

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Maíra Passos

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