Multiplicando olhares sobre o corpo que dança | Coletivo Lugar Comum

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  • Durante as aulas do projeto | FOTO: Tuca Soares
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  • OSSevao | FOTO: Aldren Lincoln
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  • OSSevao | FOTO: Conrado Falbo
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  • OSSevao | FOTO: Maria Agrelli
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Projeto apresenta o solo OSSevaO com audiodescrição e aulão gratuito, nos dias 09 e 16/12

Nesta quarta (09), às 10h da manhã, o Coletivo Lugar Comum realiza mais um evento artístico do projeto Multiplicando olhares sobre o corpo que dança.  Haverá ensaio aberto do solo OSSevaO com audiodescrição em tempo real e roda de conversa com o tema Audiodescrição como poética. OSSevaO, trabalho da artista Silvia Góes, desenvolve corporalmente, utilizando o encontro e o improviso, os espasmos da criação poética.

Como libertar nosso corpo-palavra? Poetizar os sons, lapidar as letras até a rima primeira, indizível? Encontrar em meio aos garranchos acumulados no tempo aquele primeiro nome escrito antes da vida? Como reescrever outros textos livres nesse corpo já desertado, esvaziado, roubado de sua alma, desnudando sua densidade, textura, viscosidade, chegando ao outro como ele mesmo, arquétipo coletivo, totalmente despido e onde tudo cabe mais uma vez porque tudo pode ser renunciado, exalando palavras invisíveis sem língua, liberando forças inconscientes que circulam à flor da pele? A entrada é gratuita e o endereço do Coletivo é Rua do Lima, 210, Santo Amaro.

Na próxima semana, também quarta, dia 16, às 10h, será realizado o último evento artístico do projeto, com um aulão aberto a todos que queiram vivenciar um pouquinho da caminhada que foi desenvolvida ao longo deste ano. O projeto, das artistas Renata Muniz, Maria Agrelli e Silvia Góes, do pernambucano Coletivo Lugar Comum, foi criado para acordar sentidos, vastos, muitos, outros e também nossos, compartilhados.

Incentivado pelo Funcultura, a ação principal foi a realização de uma oficina de iniciação em dança. Ao todo foram quatro meses de aulas práticas, de agosto a dezembro, dedicadas ao desenvolvimento de um trabalho de conscientização pelo movimento em que a sensibilização aconteceu também pela troca em sala de aula entre pessoas cegas e outras pessoas sem deficiência aparente interessadas na experiência de compartilhar descobertas corporais a partir deste encontro.

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Maíra Passos

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