Sete Buracos | Compassos Cia. de Dança (PE)

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  • Os Sete Buracos | Foto: Diego Melo - Cria SA
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O espetáculo de dança “Os Sete Buracos”, da Compassos Cia. de Danças, estará mais uma vez em cartaz no Recife em curta temporada no Teatro Arraial, na Rua da Aurora, dias 30 e 31 de maio e 06 e 07 de junho, sempre às 20h. Os ingressos já começaram a ser vendidos antecipadamente porque parte dos recursos será revertida para a recuperação da sede da companhia, que teve sua estrutura prejudicada com as últimas chuvas. A montagem levou o prêmio de melhor intérprete no Prêmio Apacepe de Teatro e Dança 2014. As vendas antecipadas dos ingressos, custando R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) estão sendo realizadas no Teatro Arraial, das 10h às 12h e também na sede da Compassos Cia. de Danças. Informações pelo email cia.compassos@gmail.com e pelos telefones (81) 4101.1640 ou 9212.9791. 

“Os Sete Buracos” é um espetáculo que nasce das perguntas e respostas indizíveis daquilo que é e está além do pensamento. Que sentimentos se movem quando o que entra pelos sete buracos da cabeça é colocado diante do público com a crueza, poesia, beleza, o ridículo, o riso e o abismo de sermos nós? Olhos, boca, narinas e orelhas, borradas fronteiras integrando dentro e fora, sensível-mente-corpo… O que representam? Como seria viver sem eles? Quanto de concreto e invisível essas passagens abrem e fecham em nós, sujeitos penetráveis caminhando na existência? Cheiros, cores, luzes, gostos, músicas e barulhos, vozes, abismos e respiração… Aquilo que nos penetra se oferece ao corpo na escrita cotidiana dos encontros e desencontros que nos afetam. A direção é do bailarino e coreógrafo Luiz Roberto da Silva, nome de destaque no cenário pernambucano desde o início da década de 80.

Em “Os Sete Buracos” o jogo cênico propõe o encontro entre dança e teatro em quatro atos com ritmos próprios, desenvolvidos a partir da leitura, por coreógrafo e elenco, daquilo que entra e sai pelas narinas, pela boca, pelos olhos e pelos ouvidos. Com a utilização de vídeos, fotografias e sons, os corpos dos bailarinos em cena convidam o público a pulsar junto e se conectar com o “buraco” escolhido para conduzir a cena. Neste espetáculo, o movimento coreografado tem lugar junto a momentos em que os diálogos são a tônica e também com espaços para o improviso, desenhando conexões entre a memória, o que está posto e o ineditismo das reações diante dos diferentes desafios que aparecem de surpresa nos caminhos do corpo em movimento, em toda sua inteireza e presença.

 

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Maíra Passos

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