Leve, do Coletivo Lugar Comum, em nova temporada
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A montagem será apresentada nos próximos dia 20, 21, 27 e 28/10, no Espaço Experimental, fazendo parte do projeto “Espetáculos em Sala” 

O projeto “Espetáculos em Sala” segue no mês de outubro com Leve, do Coletivo Lugar Comum, nos dias 20, 21, 27 e 28, no Espaço Experimental, sempre às 20h. A obra, vivenciada pelas bailarinas e coreógrafas Maria Agrelli e Renata Muniz, retrata os sentimentos mais intensos da condição humana, suas fragilidades e poder de cura.

O trabalho é uma delicada harmonia entre dança, música, cenário, iluminação e figurino, que transforma o espectador em parte da narrativa de forma intensa, colocando cada um dentro do universo dicotômico de sentimentos e sensações como leveza e desespero. A montagem, que nasceu em 2009, já foi assistida por mais de cinco mil pessoas, em 15 Estados brasileiros e em circulação internacional pela América do Sul.

A obra carrega ainda uma importante e pioneira experiência, como primeiro trabalho de artes cênicas a ser apresentado com áudio-descrição para pessoas com deficiência visual em Pernambuco, em 2011, durante o Festival Palco Giratório, além de intérprete de Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais. Em 2012, consolidou-se também por realizar uma temporada completa com acessibilidade comunicacional em todas as sessões.

Os ingressos para o espetáculo, que tem censura livre e 45 minutos de duração, custam R$30 (inteira) e R$15 (meia), podendo se adquiridos uma hora antes de cada apresentação. O Espaço Experimental fica na Rua Tomazina, nº 199, Recife Antigo. Mais informações: (81) 3224.1482 e 98236.3777.

Sinopse

Mortes, perdas, despedidas, saudades. Memórias, ausências, ruínas de um futuro que evoca sem cessar a presença que já não está. Uma narrativa tão cotidiana no mundo dos vivos quanto cheia de dores, perdões, belezas e mistérios. Leve, espetáculo do Coletivo Lugar Comum, foi concebido e montado pela primeira vez em 2009, reunindo artistas recifenses na vontade de levar à cena os espasmos de acontecimentos reais, de temas tão recorrentes à condição humana, desnudando-os no encontro.

Os corpos, movimentos, música, cenário, figurino e iluminação, tudo está junto, delicadeza e desespero levemente trançados num bordado em que tudo no palco fala, se complementa e silencia bem perto, fazendo do público parte do espetáculo. As sensações de impotência, dor, raiva, angústia, vazio e alívio se mesclam desveladas pelos corpos das bailarinas Maria Agrelli e Renata Muniz e pela atmosfera criada com os elementos cênicos.




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Maíra Passos

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