Pesquisa “O Corpo Bactéria” questiona sobre o isolamento nas redes de dança
  • O Corpo Bactéria, de Flávia Pinheiro | FOTO: Danilo Galvão
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Idealizado pela bailarina Flávia Pinheiro, o projeto, na execução de sua segunda fase, realiza intervenções em instituições e escolas de dança da Região Metropolitana do Recife

A pesquisa de criação em dança “O Corpo Bactéria” e idealizado pela bailarina Flávia Pinheiro, a partir das metáforas com “assepsia” e “bactéria” questiona sobre o isolamento nas redes de dança. “O projeto desenvolveu-se a partir das constatações do isolamento que caracteriza as redes dos fazedores de dança na Região Metropolitana do Recife, identificadas a partir da pesquisa acadêmica ‘Configurações da dança em Pernambuco’”, explica Flávia.

Como podemos desenvolver dispositivos e estratégias de contaminação nas redes de dança com as redes sociais para romper com os isolamentos e as “bolhas” que estas mesmas redes projetam? Como cultivar um corpo bactéria? Esses são alguns dos questionamentos que norteiam a pesquisa. Para seu desenvolvimento, foi proposto encontros com cinco criados e pesquisadores em dança: Adriana Gehres, Flávia Pinheiro, Iara Sales, Leandro Olivan, Tonlin Cheng.

Entre eles e com as redes de dança, a ideia é tencionar e multiplicar as possibilidades de “contaminação” das suas próprias criações e dos trabalhos desenvolvidos nos grupos, indivíduos e instituições que constituíram as redes de dança estudadas na pesquisa acadêmica. Desenvolvido em três fases, a primeira etapa foi o encontro com os cinco pesquisadores para produzir contaminação e cultivo de corpos bactérias.

“O processo resultou num baixo nível de contaminação entre os pesquisadores, mas um alto nível, individualmente (Adriana Gehres, Flávia Pinheiro, Leandro Olivan) ou como uma dupla (Iara Sales e Tonln Cheng)”, conta a idealizadora. Neste momento, o projeto encontra-se na sua segunda fase, quando os artistas realizam intervenções para “contaminar” outros espaços e redes de dança. Já tendo passado pelo Nosso Espaço (Janga) e Ária Social (Jaboatão dos Guararapes), estão agendadas outras três intervenções entre 05 e 09 de novembro. Confira a programação:

05/11 – Instituto dos Cegos de Pernambuco (IAPQ) – Recife
06/11 – Lar de Clara – Pontezinha – Cabo de Santo Agostinho
08/11 – Cores do Amanhã – Recife
09/11- Allegro Ballet Olinda

Já a sua terceira e última fase, denominada de “Manifestações Sintomáticas”, deslizará pelos processos artísticos e acadêmicos de cada um dos pesquisadores criadores, produzindo pruridos, dores e outros sintomas, os quais serão circulados nas redes que também produzem o “fakegate”. Mais informações: (81) 99797.6700.




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Maíra Passos

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