Pilates na ponta do pé!
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Na Ponta do PÉ estreia série sobre a importância da prática do pilates para bailarinos. Neste primeiro post, quem participa é a bailarina e professora de pilates Juliana Siqueira, que explica os benefícios de adotar uma nova postura pra dançar 

| Texto: Fabiana Constantino |

O perfil de uma das principais bailarinas em atuação em Pernambuco já foi contado aqui no Na Ponta do PÉ, mas, agora, sua relação com o pilates é o assunto principal desta matéria que abre a série Pilates na ponta do pé!. Formada em Educação Física, pós-graduada em Ensino da Dança, professora de balé clássico e professora do Curso de Dança na UFPE, Juliana Siqueira também é instrutora de pilates no PilatesZone, um Centro Especializado em Recife.

O pilates é uma forma de condicionamento físico e consciência corporal, que alia conquistas na força, flexibilidade e postura, trabalhando através de princípios como centralização, concentração, controle, respiração, precisão e fluidez. Além disso, atua fortemente na prevenção de lesões, devido ao equilíbrio e fortalecimento da musculatura.

A relação de Juliana com o pilates começou antes de 2007, quando procurou a Academia Mônica Japiassú para conhecer um pouco sobre o método. O começo da prática veio através de uma experiência com o coreógrafo minieiro Tíndaro Silvano, que veio ao Recife fazer um laboratório coreográfico com a Unione. Segundo Juliana, ele costumava incluir, no aquecimento, alguns exercícios do método e aconselhava os bailarinos a praticar de forma sistemática. A partir daí, Juliana começou a fazer aula de pilates e procurar formação profissional na área. Hoje, a bailarina é também professora de pilates certificada pelo PMA (Pilates Method Alliance).

Já a relação do pilates com a dança existe desde seu princípio. “Desde que Joseph Pilates abriu seu estúdio em Nova Iorque, o método faz grande sucesso entre bailarinos. A procura baseia-se na busca de um melhor condicionamento físico, além do tratamento e prevenção das lesões que normalmente acometem a vida de um profissional da dança. Muitos discípulos de Joseph Pilates eram bailarinos, e seguiram trabalhando e divulgando o método. Portanto, desde o princípio existe um olhar para a dança, buscando criar uma especificidade para os exercícios feitos na rotina do bailarino”, explica Juliana.

Como exemplos, a professora cita os splits (que trabalham a flexibilidade de forma controlada), os arabesques (que o próprio nome é específico da dança), o swan (que trabalha a extensão do tronco, assemelhando-se ao “cambrée“), e vários exercícios feitos em “v” position (que faz referência à primeira posição de balé). Além disso, o trabalho de mobilização da coluna faz-se muito presente em diversos exercícios, que também é utilizado em várias técnicas de dança.

Além do próprio método pilates, que por si só é uma forma de exercitação que leva em conta o corpo do dançarino, existem várias correntes que buscam a adaptação do exercício com a dança. “Apenas para citar alguns, pode-se falar do Xtend Barre, Ballet Fitness e Bootybarre, como novas tentativas de buscar o diálogo da dança com alguns princípios do pilates, mas que também podem fazer analogias a outras áreas ligadas ao fitness”, afirma Juliana.

Seja no solo (denominado MAT pilates) ou com máquinas, o pilates vem ganhando espaço na rotina dos bailarinos. Algumas companhias já oferecem aulas de pilates de forma regular e sistematizada para seus dançarinos reconhecendo os benefícios que essa prática proporciona. “O pilates é um método que atua buscando a consciência corporal, e torna-se ideal para bailarinos que trabalham o corpo de maneira exaustiva, e necessitam dessa consciência para não ultrapassar os limites do corpo. Recomendo a prática regular do pilates para os bailarinos por todos os benefícios que ele traz e pela sua relação estreita com a dança”.

Nos próximos posts da série Pilates na ponta do pé!, vamos contar histórias inspiradoras de quem começou a adotar essa nova postura pra dançar. É só continuar seguindo a gente! 😉   




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Maíra Passos

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