Sapatilhas vermelhas
  • Sapatilhas vermelhas de Giovanna Cecchini | FOTO: Divulgação
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  • Giovanna Cecchini | FOTO: Divulgação
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  • Giovanna Cecchini | FOTO: Divulgação
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  • Giovanna Cecchini | FOTO: Ana Paula
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  • Sapatilhas vermelhas de Giovanna Cecchini | FOTO: Divulgação
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  • Giovanna Cecchini | FOTO: Divulgação
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  • Giovanna Cecchini | FOTO: Ana Paula
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A bailarina e designer Giovanna Cecchini cria o blog Red Pointe para falar sobre sua experiência no balé clássico adulto

Por que não dançar balé clássico de sapatilhas vermelhas? Foi o que pensou a bailarina e designer paulistana Giovanna Cecchini, de 23 anos, quando resolveu voltar a dançar há cerca de 3 anos. Ela começou na dança aos 3 anos, passando pela clássica, jazz e sapateado, que acabou praticando mais na adolescência. “Mas eu sentia falta do balé. E quando assisti o filme ‘Sob a luz da fama’, fiquei com mais vontade, decidindo que quando retomasse o balé seria com uma sapatilha de ponta vermelha”, lembra.

Foi então que também começou a pesquisar mais sobre o estilo e resolveu criar o blog Red Pointe para compartilhar dicas, dúvidas e descobertas do universo do balé clássico, principalmente balé adulto, já que não achava muitas notícias na área. “Outra coisa que eu não gostava do balé era o rótulo que as pessoas colocavam. Tudo tinha que ser ‘rosinha’, cheio de lacinho cor de rosa e eu não era assim. Eu nunca achava um site de balé que tinha a ver comigo, então resolvi criar o Red Pointe, que juntava esse meu amor pela ponta vermelha e pelo clássico”.

No espaço, Giovanna conta que procura postar informações que não achava nas redes sociais. Assim, foi adquirindo conhecimento na área e criando o próprio conteúdo. “Cheguei até a fazer uma apostila sobre nomenclatura do balé, que depois minha professora usou nas provas durante as aulas, achei bem legal”.

Além do projeto com o blog, Na Ponta do PÉ, que adora compartilhar quem compartilha dança (pois quando mais gente curtir a dança, mais o mundo fica mais feliz! 🙂 ), perguntou também sobre as dificuldades de iniciar (ou retomar, como foi no caso dela) o balé clássico já adulta. E Giovanna explicou que, mesmo já tendo base na dança a vida inteira, não foi tão fácil assim.

“Balé não é só ficar na ponta e girar, envolve muito mais coisas que isso. Acredito que aprender adulto é bem complicado, pois querendo ou não, você já possui umas manias que são difíceis de tirar”. Contudo, ela completa lembrando que se é algo que a pessoa ama, fica mais fácil e possível de aprender. “Então, não foi tão complicado quanto eu pensei. Fazia de tudo para sempre melhorar, apostei até em aulas de pilates com técnicas de ballé, que foi muito bom. A dança promove autoconfiança e superação, além de ser constante desafio pessoal e com nosso próprio corpo”.

Entre as alegrias que a dança proporcionou à bailarina, a participação na competição All Dance, no Panamá, tendo como uma das juradas a Nika Kljun, que dança com Justin Bieber e coreografou vários outros artistas. “Pegamos primeiro lugar em várias categorias, foi inesquecível!”. No final da nossa entrevista, Giovanna concluiu deixando um recado: “siga em frente, não tenha medo de errar, pois ‘grandes bailarinos não são grandes por causa de sua técnica, mas por causa de sua paixão’”.




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Maíra Passos

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