A complexidade humana em forma de dança
  • Adriano Alves - Onde ele anda é outro céu | Divulgação
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Primeiro solo de André Vitor Brandão estreia no Teatro Dona Amélia

Pesquisando sobre o existencialismo humano, o bailarino André Vitor Brandão transforma as ideias em movimento em seu primeiro solo, Onde Ele Anda É Outro Céu, que está em cartaz aos sábados e domingos de fevereiro, às 20h, no Teatro Dona Amélia (Petrolina), de graça.  A pesquisa desse novo trabalho de Brandão começou a partir da literatura de Mia Couto com o conto O Homem Cadente, as telas de René Magritte e, durante o processo, ganhou outras inúmeras referências para poetizar no corpo esse homem que sonha e que segue outra lógica.

André Vitor Brandão começou a dançar com 14 e, hoje, com 26 anos estreia seu primeiro solo, após já ter dançado cerca de 15 espetáculos e até ser premiado como melhor bailarino no Prêmio APACEPE 2010. Para o bailarino, o processo foi bastante instigante. “Pude trabalhar com pessoas queridas que se juntaram a mim para contar essa história e sobretudo para juntos pensar a dança como linguagem que a partir dela é possível provocar reflexões, desenvolver ideias, ler o mundo a partir da sensibilidade e subjetividade inerentes em todo ser humano”, afirmou.

Completam a ficha técnica, além de André como intérprete criador, Jailson Lima na direção artística, Renata Camargo (Recife-PE) na direção de movimento, Renata Pimentel (Recife-PE) na dramaturgia. A criação do figurino ficou por conta de Orlando Dantas (São Paulo-SP) e a iluminação por Fernando Pereira. Eugênio Cruz criou a Trilha Sonora Original e Lucylene Lima está na cenotécnica do espetáculo. O bailarino ainda contou com uma assessoria em rapel por Eugênio Junior.




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Maíra Passos

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