Dançarinos contam sobre como a dança de salão vem tentando se reinventar na pandemia
  • Giselly Andrade e Felipe Borges | FOTO: Maíra Passos
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  • Giselly Andrade e Felipe Borges | FOTO: Divulgação
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Os artistas Giselly Andrade e Felipe Borges participaram da nossa série sobre “Dança pernambucana na pandemia” e falaram sobre os desafios que a dança a dois vem enfrentando

Desde o início da pandemia, os órgãos de saúde recomendaram o distanciamento social, os abraços, o contato com o outro. Para todos os estilos de dança essa falta de interação próxima vem sendo um desafio. Mas para dança de salão o obstáculo é ainda maior.

Isso porque a dança a dois, tradicionalmente, depende da iteração com o corpo do outro para os movimentos acontecerem. Desde o ano passado, porém, as aulas de salão precisaram ser readapatas para o foco na técnica individual, como contou a dançarina e professora de dança de salão Giselly Andrade, durante entrevista para Na Ponta do PÉ.

Outras possibilidades foram de aulas para casais e pessoas que moram juntos, com turmas particulares ou reduzidas. Já para a criação de novos trabalhos coreográficos, os profissionais estão precisando seguir uma série de protocolos. Segundo o profissional de dança de salão Felipe Borges, vários projetos que eram no modelo presencial, precisaram ser transformados pra o formato online, pela primeira vez.

A nossa conversa na íntegra com Giselly e Felipe, que fazem parte da Uno Espaço Criativo de Dança, do Recife, está disponível no nosso canal do Youtube! No vídeo, eles também dançam juntos especialmente para Na Ponta do PÉ. =) Estão juntos, mas ressaltamos que porque são casal e parceiros de dança de salão.

Conteúdo produzido por Na Ponta do PÉ com incentivo da Lei Aldir Blanc, através Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco.




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Maíra Passos

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